domingo, 14 de maio de 2017

CONCÍLIO DE TRENTO - Doutrina sobre o Sacrifício da Missa

CONCÍLIO DE TRENTO - Doutrina sobre o Sacrifício da Missa


“Não poderão participar da mesa do Senhor, os que estão manchados devido sua participação na mesa dos demônios”


CONCÍLIO ECUMÊNICO DE TRENTO
Sessão XXII
Celebrada no tempo do Sumo Pontífice Pio IV, em 17 de setembro de 1562

Doutrina sobre o Sacrifício [Eucarístico] da Missa
O Sacrossanto, Ecumênico e Geral Concílio de Trento, reunido legitimamente no Espírito Santo, e presidido pelos mesmos Legados da Sé Apostólica, procurando que se conserve sempre na Igreja Católica, em toda sua pureza, a fé e doutrina antiga e absoluta, e em tudo perfeita, do grande Mistério da Eucaristia, dissipados todos os erros e heresias, instruída pela ilustração do Espírito Santo, ensina e declara e decreta que, em relação a ela, que é o verdadeiro e singular sacrifício, se preguem aos fiéis os dogmas que se seguem:

Cap. I - Da instituição do sacrossanto sacrifício da Missa
Ainda que o Antigo Testamento, como justifica o Apóstolo São Paulo, não tenha consumação (ou perfeita santidade) devido à debilidade do sacerdócio de Levi, foi conveniente, assim como foi disposto por Deus, Pai de Misericórdia, que nascesse outro sacerdote segundo a ordem de Melquidesec, ou seja, nosso Senhor Jesus Cristo, que pudesse completar e levar à perfeição todas as pessoas que deveriam ser santificadas. O Mesmo Deus e Senhor nosso, ainda que havia de Se oferecer a Si mesmo a Deus Pai, por meio da morte no alto da cruz, para trabalhar a partir dela, a redenção eterna, contudo, como seu sacerdócio não haveria de acabar com sua morte, para deixar na última ceia, na mesma noite em que entregou à sua amada esposa, a Igreja, um sacrifício visível, segundo requer a condição dos homens, que se representasse o sacrifício cruel que havia de fazer na cruz, e permanecesse sua memória até o fim do mundo, e se aplicasse Sua salutar virtude da remissão dos pecados que diariamente cometemos, ao mesmo tempo que se declarou sacerdote segundo a ordem de Melquidesec, constituído para toda a eternidade, ofereceu a Deus Pai, Seu corpo e seu sangue, sob as espécies do pão e do vinho, e o deu a seus Apóstolos, a quem então constituía sacerdotes do Novo Testamento, para que o recebessem sob os sinais daquelas mesmas coisas, ordenando-lhes, e igualmente a seus sucessores no sacerdócio, que O oferecessem pelas palavras: "Fazei isto em memória de Mim", como sempre o entendeu e ensinou a Igreja católica. Pois havendo celebrado a antiga páscoa, que a multidão dos filhos de Israel significava a memória de sua saída do Egito, Se instituiu a Si mesmo uma nova páscoa para ser sacrificado sob os sinais visíveis em nome da Igreja, pelo ministério dos sacerdotes em memória de seu trânsito por este mundo ao Pai. Quando derramado Seu sangue, nos redimiu, nos tirou do poder das trevas e nos transferiu a Seu reino. E esta é por certo aquela oblação pura, que não pode ser manchada por mais indignos e maus que sejam aqueles que a fazem, a mesma que predisse Deus por Malaquias, que deveria ser oferecida limpa, em todo lugar, em Seu nome, que deveria ser grande entre todas as gentes, e a mesma que significa, sem obscuridade o Apóstolo São Paulo, quando disse, escrevendo aos Coríntios: "Não poderão participar da mesa do Senhor, os que estão manchados devido sua participação na mesa dos demônios", como se fosse a mesa do altar. Esta é finalmente aquela que se figurava em várias semelhanças dos sacrifícios nos tempos da lei natural e da escrita, pois inclui todos os bens que aqueles significavam, como consumação e perfeição de todos eles.

Cap. II - O sacrifício da Missa é propicio não só para os vivos, mas também para os defuntos
Em virtude de que neste sacrifício que se faz na Missa, está contido e se sacrifica, sem dores, naquele mesmo a que Cristo Se ofereceu dolorosamente no altar da cruz, ensina o Santo Concílio, que este sacrifício é, com toda verdade propício, e que se consegue por ele que nos aproximamos do Senhor, arrependidos e penitentes e, se o fizermos com coração sincero, fé correta e com temor e reverencia, conseguiremos misericórdia e encontraremos sua graça por meio de seus oportunos auxílios. Efetivamente aplacado, o Senhor, com esta oblação e concedendo a graça e o dom da penitência, perdoa os erros e pecados por maiores que sejam, pois a hóstia e o vinho são exatamente Ele, que agora é oferecido pelo ministério dos sacerdotes, Ele que outrora se ofereceu a Si mesmo na cruz, com apenas a diferença do modo de oferecer-se. Os frutos, por certo, daquela oblação dolorosa, se conseguem, em muito maior quantidade, por esta indolor, mas de qualquer forma esta jamais revogará, de qualquer modo, àquela. Disso se pode concluir que não somente se oferece com justa razão pelos pecados, penas, satisfações e outras necessidades dos fiéis que vivem, mas também, segundo a tradição dos Apóstolos, pelos que já morreram em Cristo, sem estar plenamente purgados.

Cap. III - Das Missas em honra dos Santos
E ainda que a Igreja tenha tido o costume de celebrar, em várias ocasiões, algumas missas em honra e memória dos santos, ensina que não se oferece a estes o sacrifício, porém apenas a Deus, que lhes deu a coroa, de onde é que nunca diz o sacerdote: "eu te ofereço, ó São Pedro " ou "ó São Paulo este sacrifício...", senão dando graças a Deus pelas vitórias que estes alcançaram, implora sua ajuda para que os mesmos santos de quem lembramos na terra, se dignem a interceder por nós no céu.

Cap. IV - Do Cânon da Missa
E sendo conveniente que as coisas santas devem ser operadas santamente, e constando ser este sacrifício o mais santo de todos, estabeleceu há muitos séculos a Igreja Católica para que se oferecesse e recebesse digna e reverentemente o sagrado Cânon, tão limpo de todo erro que nada inclua que não dê a entender em máximo grau, certa santidade e piedade, e eleve a Deus os ânimos dos que sacrificam, porque o Cânon consta das mesmas palavras do Senhor e das tradições do Apóstolos assim como também dos piedosos estatutos dos santos Pontífices.

Cap. V - Das cerimônias e ritos da Missa
Sendo tal a natureza das pessoas que não se possa elevar facilmente a meditação das coisas divinas sem auxílios ou meios extrínsecos, nossa piedosa Mãe, a Igreja, estabeleceu por estes motivos, certos rituais a saber: que algumas palavras da Missa sejam ditas em voz baixa, e outras com voz mais elevada. Além disso, se valeu de cerimônias como bençãos místicas, luzes, incensos, ornamentos e outras muitas coisas deste gênero, por ensinamentos e tradição dos Apóstolos, com a finalidade de recomendar por este meio a majestade de tão grande sacrifício e excitar os ânimos dos fiéis por estes sinais visíveis de religiosidade e piedade à contemplação dos altíssimos mistérios que estão ocultos neste sacrifício.

Cap. VI - Da Missa em que comunga somente o sacerdote
Gostaria por certo, o Sacrossanto Concílio que todos os fiéis que assistem às missas comungassem, não apenas espiritualmente, mas também recebendo sacramentalmente a Eucaristia, para que deste modo lhes resultasse um futuro mais abundante deste santíssimo sacrifício. Todavia, nem sempre ocorre isto, e nem por isso classifica como privadas e ilícitas as Missas em que apenas o sacerdote comunga sacramentalmente, porém, pelo contrário, as aprova e as recomenda, pois aquelas Missas também devem ser tomadas com toda verdade comuns de todos, parte porque o povo comunga espiritualmente nelas, e parte porque se celebram por um ministro público da Igreja, não apenas por si, mas por todos os fiéis que sejam membros do corpo de Cristo.

Cap. VII - Da água que deve ser misturada ao vinho que é oferecido no cálice
Alerta também o Santo Concílio, que é preceito da Igreja, que os sacerdotes misturem água com o vinho que haverão de oferecer no cálice, seja porque se crê que assim o fez Cristo nosso Senhor, seja também porque na chaga de seu lado, na cruz, verteu água e sangue, cuja mistura nos recorda aquele mistério, e chamando o bem-aventurado Apóstolo São João, aos povos de "Águas", se representa a união do mesmo povo com sua cabeça, Cristo.

Cap. VIII - Não se celebre a Missa em língua vulgar: explique-se seus mistérios ao público
Ainda que a Missa inclua muita instrução para o povo fiel, sem dúvida não pareceu conveniente aos Padres que ela seja celebrada em todas as partes em língua vulgar. Por este motivo, ordena o Santo Concílio aos Pastores e a todos que tenham cura de almas, que conservando em todas as partes o ritual antigo de cada igreja, aprovado por esta Santa Igreja romana, Mãe e Mestra de todas as igrejas, com a finalidade de que as ovelhas de Cristo não padeçam de fome, ou as crianças peçam pão e não haja quem o reparta, exponham freqüentemente por si ou por outros, algum ponto dos que se leêm na Missa, no tempo que esta se celebra entre os demais, declarem especialmente nos domingos e dias de festa, algum mistério deste santíssimo sacrifício.

Cap. IX - Introdução aos Cânones seguintes
Como se espalharam neste tempo muitos erros contra estas verdades de fé fundadas no Sacrossanto Evangelho, nas tradições dos Apóstolos e na doutrina dos santos Padres, e muitos ensinam e disputam muitas coisas diferentes, o Sacrossanto Concílio, depois de graves e repetidas discussões feitas com maturidade sobre estas matérias, determinou por consentimento unânime de todos os Padres, condenar e desterrar da Santa Igreja por meio dos Cânones seguintes todos os erros que se opõe a esta puríssima fé e sagrada doutrina.

Cânones do Sacrifício da Missa
Cân. I - Se alguém disser que não se oferece a Deus na Missa um verdadeiro e apropriado sacrifício ou que este oferecimento não é outra coisa senão recebermos a Cristo para que o possamos engolir, seja excomungado.
Cân. II - Se alguém disser que naquelas palavras: "Fazei isto em memória de Mim", Cristo não instituiu como sacerdotes os Apóstolos, ou que não lhes ordenou e aos demais sacerdotes que oferecessem Seu Corpo e Sangue, seja excomungado.
Cân. III - Se alguém disser que o sacrifício da Missa é apenas um sacrifício de elogio e de ação de graças, ou mera recordação do sacrifício consumado na cruz, mas que não é próprio, ou que apenas é aproveitável àquele que o recebe, e que não se deve oferecer pelos vivos nem pelos mortos, pelos pecados, penas, satisfações nem outras necessidades, seja excomungado.
Cân. IV - Se alguém disser que se comete blasfêmia contra o Santíssimo Sacrifício que Cristo consumou na cruz ao se realizar o sacrifício da Missa, ou que por este se anula aquele, seja excomungado.
Cân. V - Se alguém disser que é uma impostura celebrar Missas em honra dos Santos e com a finalidade de obter sua intercessão junto a Deus como ensina a Igreja, seja excomungado.
Cân. VI - Se alguém disser que o Cânon da Missa contém erros, e que por esta razão ela deve ser anulada, seja excomungado.
Cân. VII - Se alguém disser que as cerimônias, vestimentas, e sinais externos que usa a Igreja Católica na celebração das Missas, são muito mais incentivos de impiedade que obséquios piedosos, seja excomungado.
Cân. VIII - Se alguém disser que as missas nas quais apenas o sacerdote comunga sacramentalmente são ilícitas, e que por este motivo devem ser abolidas, seja excomungado.
Cân. IX - Se alguém disser que deve ser condenado o ritual da Igreja Romana devido ao fato que algumas palavras do Cânon, e as palavras da consagração são ditas em voz baixa, ou que a Missa deve ser dita sempre em língua vulgar, ou que não se deve misturar água ao vinho do cálice que será oferecido, porque isto é contra a instituição de Cristo, seja excomungado.

Decreto sobre o que há de se observar e evitar na Celebração da Missa
Quanto ao cuidado deve ser tomado para que se celebre, com todo o culto e veneração que pede a religião sobre o santo sacrifício as Missa, facilmente poderá ser compreendido por qualquer pessoa que considere o que diz a Sagrada Escritura: "maldito aquele que executa com negligência a obra de Deus".
E se necessariamente confessamos que a nenhuma outra obra podem manejar os fiéis cristãos, tão santa e tão divina como esse tremendo mistério no qual todos os dias é oferecida a Deus em sacrifício, pelos sacerdotes no altar, aquela hóstia vivificante, pela qual nós fomos reconciliados com Deus Pai, é muito importante que seja observado que se deve colocar todo o cuidado e diligência em executá-la, com maior inocência e pureza interior de coração e demonstração exterior de devoção e piedade que seja possível.
E constando ainda que foram introduzidos, seja pelo vício dos tempos, seja por descuido ou malícia dos homens, muitos abusos alheios à dignidade de tão grande sacrifício, decreta o Santo Concílio, para restabelecer sua devida honra e culto, à glória de Deus e à edificação do povo cristão, que os Bispos Ordinários dos lugares cuidem com esmero e estejam obrigados a proibir e retirar tudo o que foi introduzido pela avareza, culto dos ídolos, ou irreverência que não se pode encontrar separada da impiedade, ou a superstição, falsa imitadora da piedade verdadeira.
E para compreender muitos abusos em poucas palavras, em primeiro lugar, proíbam absolutamente (o que é próprio da avareza), as condições de quaisquer espécies de pagamentos, os contratos e o quanto se dá pela celebração de novas Missas, igualmente as importunas e grosseiras cobranças das esmolas, cujo nome mereceriam ser de imposições, e outros abusos semelhantes, que não ficam muito distantes do pecado da ambição ou ao menos de uma sórdida ganância. Além disso para que se evite toda a irreverência, cada Bispo deve ordenar em sua diocese, que não seja permitido a nenhum sacerdote vago e desconhecido, celebrar Missa, bem como que sirva ao santo altar, ou que assista os ofícios qualquer pecador público e notório.
Também não deve ser permitido que o Sacrifício da Missa seja celebrado por seculares ou regulares, quaisquer que sejam, em casas particulares, nem absolutamente, fora da igreja e oratórios unicamente dedicados ao culto divino, os quais deverão ser assinalados e visitados pelos Ordinários, com a condição de que os assistentes declarem com a decente e modesta compostura de seu corpo, que assistem a essa missa não apenas com o corpo, mas também com ânimos e afetos devotos de seu coração.
Afastem também de suas igrejas aquelas músicas em que, seja com o órgão, seja com o canto se misturem a coisas impuras e lascivas, assim como toda conduta secular, convenções inúteis, e consequentemente profanas, passos, estrondos, e vozerios, para que prevenido este fato, pareça e possa com verdade chamar-se casa de oração, a casa do Senhor
Atualmente, para que não se dê lugar a nenhuma superstição, proíbam por editais, e com imposição de penalidades, que os sacerdotes celebrem fora das horas devidas e se valham, na celebração da missa, de outros rituais ou cerimônias e orações que aquelas que sejam aprovadas pela Igreja, e adotadas pelo uso comum e bem recebido.
Sejam abolidos da Igreja o abuso de dizer certo número de Missas com determinado número de luzes, inventando muito mais por espírito de superstição que de verdadeira religião, e ensinem ao povo qual é e de onde provém especialmente o fruto preciosíssimo e divino deste sacrossanto sacrifício.
Advirtam igualmente ao seu povo para que compareçam com freqüência a suas paróquias, pelo menos aos domingos e festas de guarda.
Todas estas coisas, que sumariamente ficam mencionadas, se propõe a todos os Ordinários dos lugares para que não apenas as proíbam ou ordenem, ou as corrijam ou as estabeleçam, bem como todas as demais que julguem condizentes com o mesmo objetivo, valendo-se da autoridade que lhes foi concedida pelo Santo Concílio e também como delegados da Sé Apostólica, obrigando aos fiéis a observá-las inviolavelmente e se assim não o fizerem, deverão sofrer censuras eclesiásticas e outras penas que estabeleçam a seu arbítrio, sem que sejam opostos quaisquer privilégios, exceções, apelações ou costumes.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

O Papado


O PAPADO








Oremus pro Pontifice nostro. 
Dominus conservet eum, 
et beatum faciat eum in terra, 
et non tradant eum in animam inimicorum ejus.



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Este blog NÃO É sedevacantista. 
Francisco não é católico. É fato
Se ele é Papa ou não, só Deus sabe,
e só a Ele cabe tomar providências. 
A Igreja não é uma democracia. 
Quem discorda... não leia o blog! 

Saiba mais aqui
                       
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domingo, 29 de janeiro de 2017

A NOVA MISSA É INVÁLIDA




A Missa Nova é inválida

A Revolução Litúrgica


por Ir. Miguel Dimond e Ir. Pedro Dimond
“Em verdade, se a ruína da liturgia houvesse sido confiada a um dos demónios de As Cartas de um Diabo a seu Aprendiz de C. S. Lewis, ele não poderia ter feito melhor.”1


A NOVA MISSA vs. A MISSA TRADICIONAL


A Missa latina tradicional, o acto de culto mais sagrado do Rito Romano da Igreja Católica, foi codificada pelo Papa São Pio V em sua bula Quo primum em 1570.


O Papa São Pio X a celebrar a Santa Missa


Em sua famosa bula Quo primum, o Papa São Pio V proibiu a alteração da Missa latina tradicional.


Papa São Pio V, Quo primum tempore, 14 de Julho de 1570:
“Pois bem: a fim de que todos abracem e observem em todas partes o que lhes fora transmitido pela sacrossanta Igreja Romana, Mãe e Mestra das demais Igrejas, no futuro e pela perpetuidade, proibimos que se cante ou se recite outras fórmulas que não aquelas em conformidade com o Missal editado por Nós... Assim pois, que absolutamente a nenhum homem seja lícito infringir, nem por temerária audácia opor-se a esta página de Nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição. Mas se alguém, contudo, se atrever a atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na ira de Deus omnipotente e dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo.”2


No dia 3 de Abril de 1969, Paulo VI substituiu a Missa latina tradicional nas igrejas do Vaticano II pela sua própria criação, a Nova Missa ou Novus Ordo. Desde então, o mundo tem presenciado o seguinte nas igrejas do Vaticano II que celebram a Nova Missa ou Novus Ordo:


Missa-palhaço, na qual o “sacerdote” veste-se como um palhaço num absoluto escárnio de Deus…




… missa com um sacerdote vestido de Drácula; com uma camisa de futebol acompanhado por animadoras; como um “cabeça-de-queijo”...




… a conduzir um Volkswagem pela nave lateral da igreja enquanto as pessoas cantam hosanna. Foram realizadas Missas-discoteca…



… actuações de ginástica durante a Nova Missa; Missas com balões; Missas de carnaval…




… Missas nudistas, nas quais tomam parte pessoas escassamente vestidas ou nuas. O mundo viu Missas de malabarismo, nas quais um malabarista actua durante a Nova Missa…




O mundo tem presenciado padres a celebrar a Nova Missa com batatas “Doritos”;





… com refrigerantes; sobre uma caixa de cartão; com bolachas; com chá chinês acompanhado por culto aos antepassados; com uma bola de basket, com o padre a dribla-la sobre o altar; com um sacerdote a tocar um solo de guitarra. O mundo testemunhou a Nova Missa com um sacerdote quase nu enquanto dança à volta do altar ou fazendo outros abomináveis actos de equilíbrio…




… o mundo viu a Nova Missa com padres vestidos com vestimentas pagãs nativas;



… com uma menorah judaica colocada no altar…




… com uma estátua de Buda no altar; com freiras fazendo oferendas a “deusas femininas”; com leitores e acólitos vestidos de satanistas-voodoo. O mundo viu na Nova Missa um actuante vestido de smoking e a contar anedotas. O mundo tem visto concertos de rock na Nova Missa…




… guitarra e polca na Nova Missa…





… uma Nova Missa de fantoches; uma Nova Missa onde as pessoas se reúnem à volta do altar vestidas de demónios…




…uma Nova Missa onde as pessoas realizam danças obscenas ao compasso de uma banda de percussão de metal. O mundo tem presenciado uma Nova Missa onde as monjas vestidas de virgens pagãs fazem oferendas pagãs…



O mundo também viu na Nova Missa a incorporação de todas as falsas religiões. Houve Nova Missa budista…





… Nova Missa hindu e islâmica…




… Nova Missa onde judeus e unitários acendem velas a falsos deuses. Há igrejas onde toda a congregação recita a missa com o sacerdote.


… onde às vezes o sacerdote fala com as pessoas ao invés de celebrar a Missa.


O que acabamos de descrever é apenas uma pequena amostra do tipo de coisas que acontecem, em maior ou menor grau, em todas as dioceses do mundo onde se celebra a Nova Missa. Nosso Senhor nos disse: “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mat. 7:16). Os frutos da Nova Missa são incalculavelmente escandalosos, sacrílegos e idólatras. E isso porque a Nova Missa em si mesma é uma Missa falsa e inválida, e uma abominação.


O senador americano pró-aborto John Kerry recebendo a “comunhão”


Até mesmo uma organização que defende a Nova Missa se viu obrigada a admitir o seguinte acerca da típica Nova Missa — isto é, a Nova Missa que se celebra normalmente nas igrejas (até mesmo sem considerarmos as abominações e os sacrilégios comuns que foram acima mencionados): “A maioria das Novas Missas que assistimos… são festividades entusiásticas, acompanhadas de aplausos da congregação, a música é atroz, os sermões são vazios, e são irreverentes…”3





Quando a Nova Missa surgiu em 1969, os cardeais Ottaviani, Bacci e alguns outros teólogos, escreveram a Paulo VI a respeito dessa. Tenha em conta que o que eles disseram acerca da Nova Missa concerne à versão latina, a chamada versão “mais pura” da Nova Missa. O seu estudo é popularmente conhecido como A Intervenção Ottaviani. Este diz o seguinte:


“A Novus Ordo [a Nova Ordem da Missa] representa, tanto no seu conjunto como em seus detalhes, um notável desvio da teologia católica da Missa tal como foi formulada na sessão 22 do Concílio de Trento.”4


Eles foram capazes de perceber claramente que a versão Latina da Nova Missa foi um abandono marcante dos ensinamentos do Concílio de Trento. Das doze orações do ofertório da Missa tradicional, apenas duas foram mantidas na Nova Missa. As orações eliminadas do ofertório são as mesmas que os hereges protestantes Martinho Lutero e Thomas Cranmer eliminaram. A Nova Missa foi promulgada por Paulo VI com a ajuda de seis ministros protestantes.



Os seis ministros protestantes que ajudaram a conceber a Nova Missa foram os Drs. George, Jasper, Shepherd, Kunneth, Smith e Thurian.


Paulo VI chegou mesmo a admitir ao seu bom amigo Jean Guitton que a sua intenção em alterar a Missa era de torná-la protestante.


Jean Guitton (um amigo íntimo de Paulo VI) escreveu: “A intenção de Paulo VI em respeito à que é vulgarmente chamada de ‘Nova Missa,’ foi de reformar a liturgia católica de tal modo que essa quase coincidisse com a liturgia protestante. Houve, com Paulo VI, uma intenção ecuménica de remover, ou, pelo menos corrigir, ou pelo menos relaxar o que era ‘demasiado’ católico na Missa, num sentido tradicional. E, repito, de aproximar a Missa Católica da Missa Calvinista.”5


Paulo VI eliminou o que era demasiado católico na Missa com o propósito de fazer da Missa um serviço protestante.


Um estudo dos Próprios e orações da Missa Tradicional em oposição à Nova Missa, revela um massacre da fé tradicional. A Missa tradicional contém 1182 orações. Cerca de 760 foram eliminadas completamente na Nova Missa. Dos aproximadamente 36% de orações que restaram, os revisores alteraram mais da metade antes de introduzi-las no novo Missal. Portanto, apenas cerca de 17% das orações da Missa tradicional se mantiveram intactas na Nova Missa. O que também chama a atenção, é o conteúdo das modificações feitas às orações. Orações tradicionais que descrevem os seguintes conceitos foram especificamente abolidas do Novo Missal: a depravação do pecado; as ciladas da malícia; a grave ofensa do pecado; o caminho para a perdição; terror face à fúria de Deus; a ira de Deus; os golpes da Sua ira; o fardo do mal; as tentações; os pensamentos pervertidos; os perigos para alma; os inimigos da alma e do corpo. Também foram eliminadas as orações que descreviam: a hora da morte; a perda do céu; a morte eterna; o castigo eterno; as penas e o fogo do Inferno. Foi dado ênfase especial em abolir da Nova Missa orações que descrevem: o desapego ao mundo; as orações pelos defuntos; a verdadeira fé e a existência da heresia; as referências à Igreja militante, aos méritos dos santos, aos milagres e ao Inferno.6 Podemos ver os resultados deste massacre da Fé Tradicional nos próprios da Nova Missa.




A Nova Missa está cheia de sacrilégios, profanações e das mais ridículas abominações imagináveis, porque reflete uma falsa religião que abandonou a fé católica tradicional.




A falsa religião que a Nova Missa reflete é uma das razões do porquê de ela ser completamente vazia; é por isso que os seus frutos são completamente desoladores, estéreis, e quase indizivelmente ruins. A religião praticada nas igrejas onde a Nova Missa é celebrada é, pura e simplesmente falando, um completo sacrilégio e uma oca celebração do homem.




Até Dietrich von Hildebrand, um apoiante da religião do Vaticano II, disse o seguinte acerca da Nova Missa:


“Em verdade, se a ruína da liturgia houvesse sido confiada a um dos demónios de As Cartas de um Diabo a seu Aprendiz de C. S. Lewis, ele não poderia ter feito melhor.”7


Com a excepção de uma única genuflexão do celebrante após a consagração, praticamente todos os sinais de reverência pelo Corpo e Sangue de Cristo que caracterizavam a Missa tradicional, ou foram abolidos, ou tornaram-se opcionais na Nova Missa.




Já não é obrigatório que os vasos sagrados sejam dourados se não forem feitos de metal precioso. Os vasos sagrados, que apenas as mãos ungidas do sacerdote podiam tocar, são agora segurados por todos.




Na Nova Missa, o sacerdote dá frequentemente apertos de mão antes de distribuir as hóstias.8 A Instrução Geral para a Nova Missa também declara que os altares já não precisam ser de pedra natural; que o altar de pedra contendo as relíquias dos mártires já não é necessário; que só um manto é requerido sobre o altar; que não é necessário ter um crucifixo ou mesmo velas sobre o altar.9


Nem sequer um dos requisitos mandatórios desenvolvidos durante 2000 anos para garantir que o altar tenha uma dignidade apropriada foram mantidos na Nova Missa.




Quando os protestantes em Inglaterra se separaram da Igreja Católica no século XVI, eles alteraram a Missa de modo a refletir as suas crenças heréticas. Os altares foram substituídos por mesas. O latim foi substituído pelo vernáculo. As imagens e ícones foram retirados das igrejas. O Último Evangelho e o Confiteor foram suprimidos. A “comunhão” passou a ser distribuída na mão. A missa passou a ser dita em voz alta e de frente para a congregação. A música tradicional foi descartada e substituída por música nova. Três-quartos do clero de Inglaterra aderiram ao Novo Serviço.


Isto é precisamente o que também ocorreu em 1969, quando Paulo VI promulgou a Nova Missa, a Novus Ordo Missae. As similaridades entre o Livro de Orações anglicano de 1549 e a Nova Missa são surpreendentes. Um especialista observou que:


“A dimensão da separação entre a Novus Ordo da Missa e a teologia do Concílio de Trento pode ser melhor apreendida mediante a comparação das orações que o Concilium eliminou da liturgia com aquelas eliminadas pelo herege Thomas Cranmer. A coincidência não é apenas notável: é aterradora. Não pode, de facto, ser uma coincidência.”10


De forma a enfatizar as suas crenças heréticas de que a Missa não é um sacrifício, mas apenas uma refeição, os protestantes removeram o altar e puseram uma mesa em seu lugar. Na Inglaterra protestante, por exemplo, “Em 23 de Novembro de 1550, o Concílio Secreto ordenou que todos os altares em Inglaterra fossem destruídos e substituídos por mesas de comunhão.”11



Uma igreja do Vaticano II com uma mesa do tipo
protestante para a sua nova “Missa” protestante


Os principais hereges protestantes declararam: “A forma de uma mesa afastará melhor o ingénuo das opiniões supersticiosas da Missa papista para a utilização correcta da ceia do Senhor. Pois o uso do altar é para que sobre ele se realizem sacrifícios; a função da mesa é servir ao homem para cear.”12 O mártir católico galês, Richard Gwyn, declarou em protesto contra essa mudança: “No lugar de um altar há uma mesa miserável; no lugar de Cristo, há pão.”13


E São Roberto Belarmino observou que: “… quando entramos nos templos dos hereges, onde não há nada excepto uma cátedra para a pregação e uma mesa para cear, sentimo-nos a entrar num salão profano e não na casa de Deus.”14



Tal como os novos ofícios dos revolucionários protestantes, a Nova Missa é celebrada numa mesa.




O Livro de Orações Anglicano de 1549 era também chamado de “A Ceia do Senhor e a santa Comunhão, comummente chamada de Missa.”15 Este título enfatiza a crença protestante de que a Missa é apenas uma refeição, uma ceia e não um sacrifício. Quando Paulo VI promulgou a Instrução Geral para a Nova Missa, esta foi intitulada exactamente da mesma forma. Seu título era: “A Ceia do Senhor ou Missa.”16





O Livro de Orações anglicano de 1549 eliminou da Missa o Salmo “Julga-me, ó Deus,” devido  à sua referência ao altar de Deus. Este salmo foi também suprimido na Nova Missa.
O Livro de Orações anglicano de 1549 eliminou da Missa a oração que começa com “Tirai de nós os pecados,” porque ela evoca o sacrifício.


A oração que começa “Vos rogamos, Senhor,” refere-se às relíquias no altar de pedra. Esta oração fora suprimida na Nova Missa.


No Livro de Orações anglicano de 1549, o Introito, o Kyrie, o Gloria, a Coleta, a Epístola, o Evangelho e o Credo, foram todos conservados. Todas estas foram mantidas na Nova Missa.


As Orações do Ofertório que equivalem às seguintes orações: “Recebei, santo Pai… Ó Deus, que maravilhosamente criastes em sua dignidade a natureza humana… Nós vos oferecemos Senhor… Em espírito de humildade… Vinde, ó Santificador, omnipotente ... Recebei, ó Trindade Santíssima,” foram todas suprimidas no Livro de Orações anglicano de 1549. Com excepção de dois excertos, todas elas foram suprimidas na Nova Missa.


No Livro de Orações anglicano de 1549, o diálogo “Corações ao alto,” o Prefácio e o Sanctus foram todos conservados. Estes mantiveram-se na Nova Missa.





O Cânon romano foi abolido pelo Livro de Orações Anglicano de 1549. Ele foi conservado apenas como opcional na Nova Missa.


Os arqui-hereges da revolução protestante: Thomas Cranmer (esq.) e Martinho Lutero (dir.)


Tanto Thomas Cranmer (o autor do Livro de Orações Anglicano de 1549) como Martinho Lutero aboliram a oração “Livrai-nos, Senhor — provavelmente porque ela menciona a intercessão de Nossa Senhora e dos santos. Apenas uma versão modificada desta oração foi mantida na Nova Missa, sem a invocação dos santos. Também há que assinalar que a oração do ofertório da Nova Missa, que começa com “Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,” foi tirada de uma oração de mesa judaica.17


De facto, o Novus Ordo Missae também eliminou a oração tradicional de Sexta-Feira Santa pela conversão dos judeus. Esta oração foi substituída por uma oração, não pela conversão dos judeus, mas para que estes cresçam em fidelidade à Sua Aliança! Portanto, existe uma expressão de apostasia precisamente na oração de Sexta-Feira Santa da Nova Missa. É uma promoção do judaísmo e da heresia de que a Antiga Aliança ainda é válida.


Duas diferentes orações de Sexta-Feira Santa pelos judeus
de duas religiões diferentes



Na Sexta-Feira Santa, a religião do Novus Ordo reza: “pelo povo judeu, para que Deus nosso Senhor, que falou aos seus pais pelos antigos Profetas, o faça progredir no amor do seu nome e na fidelidade à sua aliança.


Mas a Igreja Católica, na Sexta-Feira Santa, reza: “pelos pérfidos judeus, para que Deus Nosso Senhor retire o véu de seus coraçõesa fim de que reconheçam, junto com nós, a Jesus Cristocomo o verdadeiro Messias.


No Livro de Orações Anglicano de 1549, o equivalente da oração que começa por “Que esta união e consagração do Corpo e do Sangue,” foi abolida. É muito interessante que apenas uma versão modificada desta oração tenha sido mantida na Nova Missa com a importante palavra “consagração” eliminada.


O Livro de Orações Anglicano de 1549 abandonou a disciplina do Rito Romano na distribuição da comunhão sob uma só espécie e deu comunhão sob ambas espécies. Na Nova Missa, comunhão sob ambas as espécies é distribuída em vários lugares do mundo.




A versão do Livro de Orações Anglicano de 1552 instruiu que a Comunhão deve ser dada na mão para significar que o pão é pão ordinário e que o sacerdote não é diferente, em essência, do leigo.18




A Nova Missa dá a Comunhão na mão em quase todos os lugares do mundo, e vai até mais longe que Cranmer ao permitir que os comungantes recebam de pé a comunhão das mãos de um ministro leigo.


As orações da Missa tradicional que começam por “Fazei, Senhor, que conservemos o que a nossa boca recebeu e Concedei, Senhor, que vosso Corpo e vosso Sangue que recebi” fazem uma referência explícita à presença real de Cristo na Eucaristia. Ambas foram suprimidas na Nova Missa.


A oração que começa por “Seja-vos agradável, ó Trindade santa, a oferta de minha servidão” foi a oração pós-comunhão menos aceitável para todos os protestantes, porque faz referência ao sacrifício propiciatório. Martinho Lutero, e Cranmer no seu Livro de Orações Anglicano, suprimiram-na. Seguindo os seus passos, também foi suprimida na Nova Missa.


Agora, acerca do Último Evangelho. Se o Último Evangelho, que dá término à Missa tradicional, houvesse sido incluído na Missa Nova, esse iria chocar com o padrão dos ofícios protestantes, que concluem com uma bênção. Então não foi incluído na Nova Missa.


As orações após a Missa tradicional, as orações leoninas, inclusive o Ave Maria; o Salve, RainhaOh Deus refúgio nosso; a oração a São Miguel; e o apelo ao Sagrado Coração, formam, na prática, uma importante parte da liturgia. Cinco orações menos compatíveis com o protestantismo dificilmente poderiam ser imaginadas. Todas elas foram suprimidas na Nova Missa.


Considerando tudo isto, até Michael Davies concorda: “É incontestável que... o Rito Romano foi destruído.”19


Além do facto de a Nova Missa ser um serviço protestante, também há de se considerar a inegável similaridade que as igrejas da Novus Ordo têm com lojas maçónicas. Veja as fotos; esta é uma loja maçónica:




e esta é uma igreja da Novus Ordo:




As duas são muitos semelhantes: o foco de ambas é o homem, com a cadeira presidencial no centro e uma ênfase circular. Talvez isto se deva ao facto de que o principal arquitecto da Nova Missa foi o cardeal Annibale Bugnini, que era um maçom.



Annibale Bugnini, maçom e principal arquitecto da Nova Missa


O “cardeal” Annibale Bugnini foi o presidente da comissão que concebeu a Nova Missa de Paulo VI. Bugnini foi iniciado na loja maçónica em 23 de Abril de 1963, de acordo com o registo maçónico de 1976.20


Além de todos estes problemas com a Nova Missa, há um ainda maior. O maior problema da Nova Missa é o de não ser válida. Jesus Cristo não está presente na Nova Missa porque a Nova Missa alterou as próprias palavras da consagração.


A PROVA DE QUE A NOVA MISSA NÃO É VÁLIDA —
AS PALAVRAS DA CONSAGRAÇÃO
FORAM ALTERADAS


Diz-se que um sacramento é válido se este efectuar-se. O sacramento da Eucaristia é válido se o pão e o vinho se converterem realmente no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo. Para que um sacramento seja válido, devem estar presentes a matéria, a forma, o ministro e a intenção.


Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, 1439: “Todos estes sacramentos são feitos de três elementos: nomeadamente, das coisas como matéria, das palavras como forma, e da pessoa do ministro que confere o sacramento com a intenção de fazer o que a Igreja faz. Se um destes estiver em falta, o sacramento não é efectuado.”21


O problema com a validez da Nova Missa está na forma, as palavras necessárias para consagrar o sacramento da Eucaristia. A forma necessária para a consagração do sacramento da Eucaristia no Rito Romano foi declarada pelo Papa Eugénio IV no Concílio de Florença.


Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 1439:
“… a Santa Igreja romana, fundada na autoridade e doutrina dos Apóstolos Pedro e Paulo… Na consagração do corpo, usa esta forma de palavras: ISTO É O MEU CORPOe na do sangue: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.22


No decreto De Defectibus de São Pio V, encontramos repetidas as mesmas palavras:


Papa São Pio V, De Defectibus, capítulo 5, Parte 1:
“As palavras de consagração, que são a FORMA deste sacramento, são estas: ISTO É O MEU CORPO; e: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. Agora, se alguém remover ou alterar o que seja na FORMA da consagração do Corpo e Sangue, e nessa própria alteração das palavras a [nova] formulação falhar em significar a mesma coisa, ele não consagrará o sacramento.”23


Este ensinamento aparece no início de todos os Missais de altar Romanos de 1570 a 1962. Podemos ver que as mesmas palavras mencionadas pelo Concílio de Florença, são declaradas como necessárias pelo Papa São Pio V. É por isso que todas estas palavras de consagração aparecem em negrito (destacadas) nos Missais de altar Romanos tradicionais. E esta é a razão pela qual o Missal romano instrui o sacerdote a suster o cálice até que tenham sido pronunciadas todas estas palavras.


O ensinamento do Papa São Pio V afirma que se as palavras de consagração forem mudadas de forma a que o significado seja alterado, o sacerdote não consagrará o sacramento. Na Nova Missa, as palavras da consagração foram drasticamente mudadas e o significado foi alterado.


Em primeiro lugar, na versão em latim original da Nova Missa foram removidas as palavras “mysterium fidei” ― “mistério de fé” ― da fórmula da consagração. Isto causa uma grave dúvida, porque “mysterium fidei” é parte da fórmula no Rito Romano. Apesar de as palavras “mysterium fidei” não fazerem parte das fórmulas de consagração de alguns ritos orientais, essas foram declaradas como parte do Rito Romano, e encontram-se também em alguns ritos orientais. O Papa Inocêncio III e o Cânon da Missa também nos dizem que as palavras “mysterium fidei” foram dadas pelo próprio Jesus Cristo.


Papa Inocêncio III, Cum Marthae circa, 29 de Novembro de 1202, em resposta a uma pergunta sobre a forma da Eucaristia e a inclusão do “mysterium fidei”: “Perguntas quem adicionou à forma das palavras que Cristo mesmo pronunciou quando transubstanciou o pão e o vinho em Seu Corpo e Sangue, aquilo no Cânon da Missa utilizado pela Igreja universal que nunca se leu escrito por nenhum dos Evangelistas… No Cânon da Missa, aparece aquela expressão ‘mysterium fidei’ interposta às Suas palavras… De certo, muitas são as coisas que vemos omitidas pelos Evangelistas tanto das palavras como das acções do Senhor, que, como se lê, os Apóstolos completaram com a palavra ou expressaram por acto… Logo, cremos que a forma das palavras, tal como se encontram no Cânon, os Apóstolos receberam de Cristo, e deles receberam os seus sucessores.”24


As palavras “mistério de fé” na consagração são uma clara referência à presença real de Cristo na Eucaristia. Estas palavras também foram eliminadas pelo herege Thomas Cranmer em seu Livro de Orações Anglicano de 1549, porque elas fazem uma clara referência à presença real de Cristo na Eucaristia.25 Quando palavras são removidas de um rito pelo facto de que o significado que elas expressam contradiz o sentido desejado do rito, causa-se uma dúvida. Mais poderia ser dito acerca deste assunto, mas devemos agora proceder ao golpe fatal à validez da Nova Missa.


Em quase todas as traduções vernaculares da Nova Missa no mundo, as palavras da consagração lêem-se como o seguinte:


FORMA DE CONSAGRAÇÃO NA NOVA MISSA


“Isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”


As palavras “por vós e por muitos para remissão dos pecados,” foram alteradas para “por vós e por todos para remissão dos pecados.” A palavra “muitos” foi removida e substituída pela palavra “todos.” Esta mudança invalida absolutamente todas as Novas Missas. Em primeiro lugar, a palavra “muitos” foi utilizada por Jesus Cristo na instituição do sacramento da Eucaristia, como vemos em Mateus 26:28: “Porque este é o meu sangue do novo Testamento, que será derramado por muitos para remissão de pecados.” As palavras utilizadas por nosso Senhor, “por muitos para remissão de pecados” representam a eficácia do sangue que Jesus derramou. O sangue de Jesus é eficaz para a salvação de muitos, não de todos os homens. Na explicação disto, o Catecismo do Concílio de Trento declara especificamente que Nosso Senhor não quis dizer “todos” e portanto não o disse!


Catecismo do Concílio de Trento, Sobre a forma da Eucaristia, pág. 282:
“As palavras que se ajuntam ‘por vós e por muitos,’ foram tomadas parte de São Mateus, parte de São Lucas. A Santa Igreja, guiada pelo Espírito de Deus, coordenou-as numa só frase, para que exprimissem o fruto e a vantagem da Paixão. De facto, se considerarmos sua virtude, devemos reconhecer que o Salvador derramou Seu Sangue pela salvação de todos os homens. Se atendermos, porém, ao fruto real que os homens dele auferem, não nos custa compreender que sua eficácia não estende a todos, mas só a ‘muitos’ homens. Dizendo, pois, ‘por vós,’ Nosso Senhor tinha em vista, quer as pessoas presentes, quer os eleitos dentre os judeus, como o eram os Discípulos a quem falava, com excepção de Judas. No entanto, ao acrescentar ‘por muitos,’ queria aludir aos outros eleitos, fossem eles judeus ou gentios. HOUVE, POIS, MUITO ACERTO EM NÃO SE DIZER ‘POR TODOS,’ visto que o texto só alude aos frutos da Paixão, e esta sortiu efeito salutar unicamente para os escolhidos.”26


Como podemos ver, segundo o Catecismo do Concílio de Trento, as palavras “por todos” não foram utilizadas por nosso Senhor precisamente porque elas dariam um significado falso.


Santo Afonso de Ligório, Tratado sobre a Santa Eucaristia:
“As palavras por vós e por muitos são utilizadas para distinguir a virtude do Sangue de Cristo dos seus frutos: pois o Sangue de Nosso Salvador tem valor suficiente para salvar todos os homens, mas os seus frutos são aplicáveis apenas a um certo número e não a todos, e isto por culpa deles próprios…”27


O uso de “todos” altera o sentido da forma da consagração. Ninguém, nem sequer um papa, pode alterar as palavras que Jesus Cristo instituiu especificamente para um sacramento da Igreja.


Papa Pio XII, Sacramentum Ordinis, #1, 30 de Novembro de 1947:
“… a Igreja não tem poder algum sobre ‘a substância dos sacramentos,’ isto é, sobre aquelas coisas que, como testemunham as fontes da revelação, o próprio Cristo Senhor instituiu para serem observadas num sinal sacramental…”28


Uma vez que “todos” não significa o mesmo que “muitos,” o sacramento não se realiza na Nova Missa.


Papa São Pio V, De Defectibus, capítulo 5, parte 1:
“As palavras de consagração, que são a FORMA deste sacramento, são estas: ISTO É O MEU CORPO; e: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. Agora, se alguém remover ou alterar o que seja na FORMA da consagração do Corpo e Sangue, e nessa própria alteração das palavras a [nova] formulação falhar em significar a mesma coisa, ele não consagrará o sacramento.”29


UM OUTRO ÂNGULO PARA ESTA QUESTÃO PROVA
ABSOLUTAMENTE QUE A NOVA MISSA É INVÁLIDA


Existe outro ângulo para a questão que devemos examinar agora. Em sua famosa bula, Apostolicae Curae de 1896, o Papa Leão XIII ensina:


Papa Leão XIII, Apostolicae Curae, 13 de Setembro de 1896: “E todos sabem que os sacramentos da Nova Lei, sendo sinais sensíveis e eficazes de graça invisível, devem tanto significar a graça que produzem, e produzir a graça que significam.30


Se não significar a graça que produz e não produzir a graça que significa, não é um sacramento — ponto final. Portanto, qual é a graça produzida pelo sacramento da sagrada Eucaristia?


Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Exultate DeoSobre a Eucaristia, 1439: “Finalmente, isto é apropriado para significar o efeito deste sacramento, que é a união do povo cristão com Cristo.”31


São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. III, Q. 73, A. 3: “Ora, como dissemos, a realidade deste sacramento [da Eucaristia] é a unidade do Corpo Místico, sem a qual não pode haver salvação, já que fora da Igreja não há salvação.”32


O Concílio de Florença, São Tomás de Aquino e muitos outros teólogos ensinam que a graça produzida pela Eucaristia é a união dos fiéis com Cristo. São Tomás chama esta graça de “a unidade do Corpo Místico.” A graça produzida pela Eucaristia (a união dos fiéis com Cristo ou a unidade do Corpo Místico) deve ser distinguida cuidadosamente da própria Eucaristia: o Corpo, o Sangue, Alma e Divindade de Cristo.


Uma vez que a união dos fiéis com Cristo é a graça produzida pelo sacramento da Eucaristia ― ou aquilo que é chamado a realidade do sacramento ou a graça própria do sacramento da Eucaristia ―, esta graça deve ser significada na forma da consagração para que seja válida, como ensina o Papa Leão XIII. Bem, então devemos analisar a forma tradicional da consagração e encontrar onde esta graça, a união dos fiéis com Cristo, é significada.


A forma tradicional da consagração, como foi declarada pelo Papa Eugénio IV no Concílio de Florença e pelo Papa São Pio V em De Defectibus, é a seguinte:


“ISTO É O MEU CORPO. ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”


Note uma vez mais: estamos à procura daquela parte da forma que significa que a pessoa que recebe dignamente este sacramento une-se ou une-se mais fortemente com Jesus Cristo e o seu Corpo Místico.


As palavras DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Essas palavras não significam o Corpo Místico de Cristo, mas contrastam os sacrifícios temporais e prefigurados da Antiga Lei com o sacrifício eterno e propiciatório de Jesus Cristo.


As palavras MISTÉRIO DE FÉ significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Estas palavras significam a presença real de Cristo na Eucaristia, como ensina Inocêncio III; elas não significam o Corpo Místico de Cristo.


As palavras QUE SERÁ DERRAMADO significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Essas palavras denotam o verdadeiro sacrifício.


As únicas palavras que restam na forma da consagração são: POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”


remissão dos pecados é necessária para a incorporação no Corpo Místico, e a remissão dos pecados é um componente indispensável da verdadeira justificação, pela qual uma pessoa se une frutiferamente a Jesus Cristo. As palavras “por vós e por muitos” denotam os membros do Corpo Místico que receberam tal remissão.


As palavras POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS são as palavras na forma da consagração que significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo, que é a graça própria do sacramento da Eucaristia.


Agora, se analisarmos a forma de consagração da Novus Ordo, encontraremos o que significa o Corpo Místico/a união dos fiéis com Cristo (a graça própria do sacramento da Eucaristia)? Esta é a forma da consagração na Nova Missa ou Novus Ordo:


A forma da Nova Missa: “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.”


Está a união do Corpo Místico de Jesus Cristo significada pelas palavras “por vós e por todos para remissão dos pecados”? Não. São todos os homens parte do Corpo Místico? Não. São todos os homens parte dos fiéis unidos com Cristo? Não. Podemos ver claramente que a Nova Missa ou Novus Ordo certamente não significa a união do Corpo Místico (a graça própria do sacramento da Eucaristia) e, logo, não é um sacramento válido!


Não é necessário dizer mais nada… a Nova Missa não é válida!


Papa Leão XIII, Apostolicae Curae, 13 de Setembro de 1896: “E todos sabem que os sacramentos da Nova Lei, sendo sinais sensíveis e eficazes de graça invisível, devem tanto significar a graça que produzem, e produzir a graça que significam.”33


Papa Leão XIII, Apostolicae Curae, 1896: “A forma não pode ser considerada apta ou suficiente para o sacramento se omite o que deve significar na sua essência.”34


Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Exultate Deo, 1438: “... isto é apropriado para significar o efeito deste sacramento, que é a união do povo cristão com Cristo.”35


Para que se prove mais veementemente este ponto, há que se notar que em todas as fórmulas de consagração nos ritos litúrgicos da Igreja Católica, seja a liturgia arménia, a liturgia copta, a liturgia etíope, a liturgia síria, a liturgia caldaica, etc., a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico está significada na forma da consagração. Nenhuma das liturgias alguma vez aprovadas pela Igreja falha em significar a união dos fiéis com Cristo.


Estas são as partes das formas de consagração do vinho usadas pelos ritos orientais que significam o que a Missa tradicional faz e o que a Nova Missa não faz: a união e os membros da Igreja


A LITURGIA ARMÉNIA: “… por vós e por muitos será derramado na expiação e perdão dos pecados.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados pelas palavras “por vós e por muitos... na expiação e perdão dos pecados.


A LITURGIA BIZANTINA: “… porque por vós e por muitos será derramado em remissão dos pecados.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.


A LITURGIA CALDAICA: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.


A LITURGIA COPTA: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.


A LITURGIA ETÍOPE: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.


A LITURGIA DE MALABAR: “… derramado por vós e por muitos para a remissão dos pecados.”


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.


A LITURGIA MARONITA: (esta forma é idêntica à que foi sempre utilizada no Rito Romano).


A LITURGIA SÍRIA: “Isto é o Meu Sangue, da Nova Aliança, que será derramado e oferecido para o perdão dos pecados e a vida eterna de vós e de muitos.


Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados pelas palavras “para o perdão dos pecados e a vida eterna de vós e de muitos.


Como podemos ver, a fórmula de consagração em todas as liturgias católicas significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo. A Nova Missa, que diz “por vós e por todos para remissão dos pecados,” não significa o Corpo Místico, visto que nem todos pertencem ao Corpo Místico. Portanto, a Nova Missa não significa a graça que a Eucaristia produz. Ela não é válida.


Portanto, um católico não pode atender à Nova “Missa” sob pena de pecado mortal. Aqueles que persistem em fazê-lo cometem idolatria (adoração de um pedaço de pão). Jesus Cristo não está ali presente. A hóstia da Novus Ordo não é mais que um pedaço de pão; não é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor. A Igreja sempre ensinou que receber um sacramento duvidoso (que utilize matéria ou forma duvidosa) é pecado mortal. De facto, o Papa Inocêncio XI, no Decreto do Santo Oficio de 4 de Março de 1679,36 condena a ideia de que os católicos podem receber sacramentos “prováveis.” E a Nova Missa não é meramente duvidosa, é claramente inválida, pois não significa a graça que supostamente deveria produzir. A Nova Missa é, na verdade, pior que um ofício protestante: é uma abominação, que falsifica as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e a fé católica.


Nota: Nesta mesma altura durante a qual escrevemos isto, surgiram alguns rumores de que o Vaticano, a fim de enganar novamente os tradicionalistas e trazê-los para a falsa Igreja e a falsa Nova Missa, está a planear corrigir o erro “por todos” na forma de consagração. O facto de o Vaticano pretender fazer isso demonstra que “por todos” dá, como dissemos, um significado falso. Mesmo se o fizerem, um católico deve continuar a evitar todas as novas Missas sob pena de pecado mortal, porque a Nova Missa é, em si mesma, um serviço não-católico; irá continuar a faltar na consagração as palavras “mysterium fidei” e, em qualquer caso, a maioria dos “sacerdotes” que a celebram não são validamente ordenados (como a secção seguinte provará).

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Notas finais:
1  Palavras de Dietrich von Hildebrand, um partidário da religião do Vaticano II que sentiu-se obrigado a fazer tal declaração acerca da Nova Missa.  Citado por Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, Kansas City, MO: Angelus Press, 1980, pág. 80.
2  Papa São Pio V, bula Quo Primum, 14 de Julho de 1570.
3  New Oxford Review, Berkeley, CA, Novembro de 2006, “Notas.”
4  The Ottaviani Intervention, Ed. inglesa, Rockford, IL: Tam Books.
5  Rama Coomeraswamy, The Problems with the New Mass, Tam Books, pág. 34.
6  Fr. Anthony Cekada, The Problems With the Prayers of the Modern Mass, Tam Books, 1991, pp. 9-13.
7  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, Kansas City, MO: Angelus Press, pág. 80.
8  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 126.
9  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 395.
10  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass.
11  Warrem H. Carroll, A History of Christendom, vol. 4 (The Cleaving of Christendom), Front Royal, VA: Christendom Press, 2000, pág. 229
12  Michael Davies, Cranmer’s Godly Order, Fort Collins, CO: Romam Catholic Books, 1995, pág. 183.
13  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 398.
14  Octava Controversia Generalis.  Liber Ii.  Controversia Quinta.  Caput XXXI.
15  Michael Davies, Cranmer’s Godly Order, pág. 65.
16  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 285.
17  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 320.
18  Michael Davies, Cranmer’s Godly Order, pág. 210.
19  Michael Davies, Pope Paul’s New Mass, pág. 504.
20  Também discutido em Pope Paul’s New Mass, pp. 102; 504-505.
21  Denzinger, The Sources of Catholic Dogma, B. Herder Book. Co., Thirtieth Edition, 1957, 695.
22 Decrees of the Ecumenical Councils, vol. 1, pág. 581; Denzinger 715.
23  Uma tradução comum, encontrada em muitas publicações das palavras em latim do missal romano do altar, em De Defectibus, cap. 5, parte 1.
24  Denzinger 414-415.
25  Michael Davies, Cranmer’s Godly Order, pág. 306.
26  The Catechism of the Council of Trent, Tan Books, 1982, pág. 227; Catecismo Romano,  Editora Vozes Limitada, Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, 1951, pág. 282.
27  Santo Afonso de Ligório, Treatise on The Holy Eucharist, Redemptorist Fathers, 1934, pág. 44.
28  Denzinger 2301.
29  Uma tradução comum, encontrada em muitas publicações das palavras em latim do missal romano do altar, em De Defectibus, cap. 5, parte 1.
30  Denzinger 1963.
31  Denzinger 698.
32  São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Allen, TX: Christian Classics, Pt. III, q. 73, a. 3.
33  Denzinger 1963.
34  The Great Encyclical Letters of Pope Leo XIII, Tam Books, 1995, pág. 401.
35  Denzinger 698.
36  Denzinger 1151.


Do livro: A Verdade sobre o que Realmente Aconteceu à Igreja Católica depois do Vaticano II