domingo, 5 de janeiro de 2014

HÁ MENÇÃO NOS ESCRITOS DE FÁTIMA DE UMA MISTERIOSA VACÂNCIA PAPAL



·         “The prophecies of the Apocalypse show that Satan willBergoglio monofisita imitate the Church of Christ to deceive mankind; he will set up a church of Satan in opposition to the Church of Christ. Antichrist will assume the role of Messias; his prophet will act the part of Pope, and there will be imitations of the Sacraments of the Church. There will also be lying wonders in imitation of the miracles wrought in the Church.” (The Church of Christ, 119) “There seems to be no reason why a false Church might not become universal, even more universal than the true one, at least for a time.” (ibid. 155, Tradução mais adiante))
Rev Father theologian Sylvester Berry (1927):
Arai Daniele
Nos escritos de Fátima há repetida menção de que o Papa terá muito que sofrer. Trata-se do papado, que se compreende também pela menção feita por Jesus a Lúcia sobre a culpa de retardarem o cumprimento de Seu pedido: como seguiram o exemplo do Rei da França (reino) ao tardarem no atendimento ao meu pedido, o seguirão na desgraça! E Jesus fala do Reinado que recebeu o pedido de Seu Sagrado Coração!
O Rei foi guilhotinado. Eis que na visão da terceira parte do Segredo, esta «eliminação» (por um tempo) acontece com o Papa católico. E quando o Papa morre há uma vacância. Quanto dura? Tudo indica que isto pode ser aquilatado pela ausência na função papal, que é representar e testemunhar a Verdade, que é Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo. Portanto, essa ausência pode ser reconhecida na falta do Espírito de Verdade na atual Sé conciliar (como expus no meu escrito sobre a autenticidade do Segredo publicado em 2000; http://promariana.wordpress.com/2010/10/05/da-validade-do-segredo-publicado-em-2000/; http://wp.me/pWrdv-aT).
Em outro artigo: «O Exorcismo de Dom Mayer para a Liberdade da Igreja», expus o fato que a conjura histórica contra a Igreja é contra a Verdade de Jesus Cristo. De fato, a grande conjura de que tratamos não é fruto da imaginação de “complotistas”, que em tudo vêem elementos de uma fantasmática “história do complô”. Não, essa história, da qual tudo indica vivemos etapas conclusivas, remonta à Religião revelada do livro da Gênese e à tentação do Pecado Original, a realidade mais comprovada da história humana de todos os tempos.
O Antigo Testamento explica o Novo e Eterno Testamento de Cristo pela “conspiração” que levou ao Seu Sacrifício na Cruz para nos redimir da queda que foi conseqüência da “conspiração original”. Hoje há quem põe a questão: Deus podia permitir ou querer todo o desatino e crueldade resultante desse deicídio?
Nós, seguindo o ensinamento da Igreja, sabemos que esta questão está ligada ao Pecado original, culpa do desvio com o qual os primeiros pais apartaram-se da Graça divina. Daí a causa de todo mal de que foram capazes os homens no curso da história. O desprezo e desobediência da Palavra divina teve por conseqüência nefasta todo o mal deste mundo.
Foi, portanto, inicialmente com imensa surpresa, que se ouviu quem se apresenta como Vigário de Deus falar da natural bondade do homem e portanto do mundo humano, ao qual a Igreja devia abrir-se. Isto aconteceu com o Vaticano 2º e hoje, já nem mais causa surpresa ouvir um prelado da cúpula eclesial dar essa conciliação do Papa com o mundo moderno, condenada por Pio IX, como obrigatória. De fato, Dom Oscar Rodríguez Maradiaga, o cardeal guindado pelo «papa» Bergoglio para liderar o seu Conselho de Cardeais, explica que essa reconciliação com o modernismo estava no centro do “1789 na Igreja”.
Tratar-se-ia da revolução do Vaticano 2º, louvada pelo Cardeal Suenens como o principal evento na Igreja no século XX porque significou o fim às hostilidades entre a Igreja e o modernismo, que havia sido condenado no Concílio Vaticano I. Para eles, nem o mundo é lugar do mal e do pecado, nem a Igreja é reino do bem e da virtude. E o Modernismo não foi senão reação contra essa visão injusta que menosprezava toda dignidade e direitos da pessoa humana, conquistadas em 200 anos de Iluminismo.
Ora, isto já havia sido explicado também pelo Cardeal Ratzinger em 1984 ao jornalista Messori. Depois, quando se tornou Bento 16, pôs isso em prática, na linha de seus predecessores, por exemplo ao visitar Auschwitz dizendo: “diante de tantos horrores, onde estava Deus escondido?”. Note-se a inversão: a responsabilidade do mal não seria dos homens neste mundo, mas de Deus que não o impedia. Por isto, permitia-se naquela ocasião interpelá-Lo escandalosamente. Sim, porque nunca antes um católico poderia imaginar um clérigo em veste papal a interpelar um «sono» de Deus, como fez então
Bento 16. Na esfera espiritual assim ficaria  invertida a referência da consciência diante da absoluta bondade e verdade divina, pois haveria homens mais prudentes e bondosos que Deus, que por isto poderiam acusar a falta de atenção e compaixão divina!
Esta enormidade é citada aqui para explicar o que se entende como falta do Espírito de Verdade na Sé conciliar. Uma ausência atual porque agora é Bergoglio a contestar o que está escrito sobre os Apóstolos, dizendo que  “eram um pouco intolerantes”, fechados na idéia de possuírem a verdade, na convicção que “todos os que não têm a verdade, não podem fazer o bem”. E “isto está errado”… (“Evangelho” segundo Bergoglio/Francisco no «L’Osservatore Romano, ed. quotidiana, Anno CLIII, n. 117, 23/05/2013)
As questões de Ratzinger/Bergoglio e demais «papas conciliares» definem assim a religião de clérigos que se envergonham e se desculpam pela Religião de Deus, que na versão gnóstica criou um mundo cruel! Isto afasta da Religião católica, que ensina e celebra o Sacrifício do Filho de Deus vindo a remir homens caídos no mal da contínua conspiração original, à raiz da História. Assim, Jesus Cristo, Filho de Deus encarnado, não teria vindo ao mundo “sofrer” todo o mal físico, de carências, dores e morte, e o seu mal espiritual de ódio, engano, vilipêndio e traição, para remir o homem decaído com esse legado de bondade e amor, mas como vítima da vontade de um deus insensível e cruel! Eis a horrivel «verdade» gnóstica!
Os filhos de Sua Igreja o testemunharam desde então pelos séculos com o martírio físico e espiritual no exemplo de Jesus Cristo, porque Ele é a Verdade da presença de Deus no mundo. Os horrores deste mundo se devem ao repúdio da Verdade revelada pelo Verbo de Deus no Evangelho e de Seu divino Sacrifício. A Igreja representa essa presença, mas os «papas conciliares» fizeram surgir no seu lugar outra igreja - iluminista, para interpelar o «escondimento de Deus»!
No tempo cristão, o ser humano buscava a verdade e o bem da presença divina na consciência, sabendo que a estas verdades não podiam chegar por si.
Hoje há quem chegou ao ponto, com o culto do homem, de sentir-se livre e capaz de julgar a Deus diante de eventos que são justamente derivados de seculares alienações da Fé no plano divino de redenção. Assim, nestes tempos, a voz para o «culto do homem vítima de Deus», provem nada menos que de quem pretende pontificar como papa! É o sumo engano do espírito gnóstico da anti-religião, diametralmente oposta à Católica, que interpela a bondade divina num mundo que quer o direito até para a falsa liberdade.
Foi o que pontificou a igreja conciliar com os seus documentos, em particular o da «Dignitatis humanae», pelo qual os homens julgam ter direito até para o mal! Quão poucos percebem e testemunharam contra isto.
No seu tempo Dom Mayer o fez, reconhecendo que, desde Paulo 6º, com seu discurso de fechamento do Vaticano 2º, se configurava a «nova Igreja» iniciada com João 23, alterando a questão da liberdade de consciência, até esta de Bento 16/Bergoglio, cuja «consciência conciliar» leva a pronunciar frases dignas do ofídico conspirador original.
Dirão: este não foi, porém, o testemunho de Dom Mayer no seu tempo. De fato, ele reconheceu que o Vaticano 2º configurava uma nova igreja, mas só no fim percebeu que seu testemunho devia ir além da denúncia contra a liberdade religiosa e de consciência conciliar; devia desautorizar seus autores. Já vimos antes no «caso Rifan» que uma tortuosa ação «traicionalista» barrou muitas vezes o que o Bispo entendia testemunhar.
Duas religiões diametralmente opostas
Poucos percebem hoje, no meio da grande apostasia, como se pode falar de duas opostas religiões, diante das palavras edificantes a favor da família, da moral e mesmo de Jesus, vindas de aplaudidos chefes conciliares.
Devemos assim voltar ao início para saber o que opôs e o que favoreceu a conspiração demoníaca contra a Palavra divina, que permitiu todo o mal que seguiu o Vaticano 2º.
Ora, numa hipotética Teodicéia[1], porque teria Deus permitido o mal do erro e do engano neste mundo, segundo a sua Igreja, senão em vista de um bem maior?
Explica-se isto dizendo que Deus, sendo a perfeição do Bem e do Amor, “precisava” comunicá-lo a seres que o reconhecessem e aderissem a Ele livremente. É o bem maior das criaturas espirituais, cuja filial dignidade à imagem e semelhança do Pai, têm a liberdade, embora esta implique o grande risco da escolha do mal. E assim havia sido com os anjos que escolheram o próprio culto e a danada conspiração universal que quiseram transmitir à criatura humana, posta na encruzilhada da matéria e do espírito.
Ora, ao mal espiritual do erro, do engano, do pecado e dos vícios da inveja e ódio, assim descritos no Catecismo católico, vão corresponder os males físicos de defeitos, doenças, sofrimentos e da morte. Quando o homem é livre de escolher por si até contra a Palavra de Deus, Verdade e Vida, só pode cair no seu contrário de falsidade e morte; males derivados do que deveria ser o bem da liberdade humana, que foi mal usada.
Para bem usá-la, Deus suscita nas consciências as virtudes para enfrentar os males e os vícios e nisto não somos livres de escolher e ditar o bem e o mal. Mas foi justamente a esta árvore que o conspirador original dirigiu o apetite de Adão e Eva. Hoje faz o mesmo com todos, mas tem por tentador adjunto um papado e clero conciliar, que declararam o “direito humano” à liberdade de consciência e de religião!
Eis o contrário do Espírito de Verdade dos Mandamentos, para o qual existe a Religião! Resultado: «consagrados» chegam ao ponto de  interpelar Deus, como vimos, trajados de Vigários de Cristo na Sua mesma Igreja e assim são recebidos por quantos querem ser considerados bons católicos. O engano chegou ao seu ápice na Terra contra o Espírito de Verdade.
E como explica o teólogo, Padre Sylvester Berry: "As profecias do Apocalipse mostram que Satanás imitará a Igreja de Cristo para enganar a humanidade, ele vai criar uma igreja de Satanás em oposição à Igreja de Cristo. O Anticristo irá assumir o papel de Messias, o seu profeta vai fazer o papel do Papa, e haverá imitações dos Sacramentos da Igreja. Haverá também prodígios enganosos em imitação dos milagres operados na Igreja. "(A Igreja de Cristo, 119)" Não parece haver nenhuma razão porque uma falsa Igreja não possa se tornar universal, ainda mais universal do que a verdadeira, pelo menos por um tempo. "(ibid. 155)
Uma Super-Igreja ecumenista com um falso papa? Sacramentos de imitação? Portentos enganosos de beatificações para enganar a humanidade? Os fiéis reduzidos a um pequeno «resto»? Nesse tempo de confusão eclesial, depois de cinco décadas da demolição do Vaticano 2º, isso é uma realidade visível ou fantasia de alguns? Na verdade essa realidade é tão apavorante que parece absurda para muitos dos chamados católicos?
Mas a certificação dessa verdade já está no fato que uma multidão já não reconhece um absurdo teológico quando ouve ou vê encontros ecumenistas pelos quais Deus teria feito muitas revelações, até mesmo contraditórias entre elas! Que judeus e muçulmanos e outros crentes e não crentes podem dispensar e desprezar a Palavra de Cristo e assim mesmo, sem se converterem, serem queridos pela misericórdia divina!
Só uma intervenção extraordinária poderia enfrentar uma tragédia espiritual dessa dimensão no nosso tempo de grandes guerras e revoluções. Esta iniciou em Fátima em 1917 e continua. Mas no ano antes da morte do Papa de Fátima, Pio XII, Nossa Senhora fez saber, através da Irmã Lúcia, que revelou-o ao Padre Agostino Fuentes, postulador da causa dos pastorinhos (http://wp.me/PWrdv-uZ), que estava muito triste porque “não se deu atenção à sua mensagem de 1917. Nem os bons nem os maus tomaram conhecimento… o demônio está desencadeando a batalha decisiva contra a Virgem Maria, e o que mais aflige o Coração Imaculado de Maria e de Jesus é a queda das almas religiosas e sacerdotais. O demônio sabe que sacerdotes e religiosas, descuidando de sua excelsa vocação, arrastam muitas almas para o inferno…
Quem foi formado no discernimento católico entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, entre a Igreja de Cristo e o aparato de Satanás, ainda tem condições de defender a Verdade e repudiar o assustador engano de aspecto religioso dos falsos cristos e falsos pastores no Vaticano, mas só se aderirem à ajuda especial de Nossa Senhora.
A presente Paixão da Igreja ocorre sob a marca do engano
Esta Paixão da Igreja é bem diversa da inicial dos primeiros cristãos. De há pelo menos dois séculos, as forças que queriam destruí-la, sabendo que isto se revela impossível, passaram ao plano alternativo: ocupá-la para transformá-la segundo idéias liberais, maçônicas e judaizantes da política mundial moldada pela Revolução e depois pelo Vaticano 2º. Hoje não há mais segredo sobre o que liga as idéias do modernismo com os planos maçônicos.
Trata-se do mega ecumenismo capaz de abraçar não só as mais diferentes religiões, como a judaica, mas as mais obscuras ideologias, como a da nova ordem mundial. O plano da URI o desvela. Ora, compreende-se que tal programa representava uma última manobra dialética que só poderia ser aplicada por um “poder” dentro da Igreja. Eis que o principal plano maçônico nesse sentido era o de eleger uma “nova autoridade” para assumir o comando da Sé de Pedro, tramando para obter o poder papal segundo a intimação maçônica de não mais procurar a conversão de ninguém. Eis a oposição dos conciliares com Fátima e o o culto do Sacrifício divino.
Diante da contradição alucinante dos que se reconciliam com os poderes do mundo ocupando o Trono da Verdade, rezemos multiplicando nosso testemunho com o exorcismo referido a que a Igreja e o mundo precisa de modo urgente, repetindo o quem foi escrito pelo Papa Leão XIII (e traduzido aqui por Dom Mayer), invocando a proteção de São Miguel Arcanjo, para ser usado no fim da Missa: “As hostes astuciosíssimas encheram de amargura a Igreja, Esposa Imaculada do Cordeiro, e inebriaram‑na com absinto; puseram‑se em obras para realizar todos os seus ímpios desígnios. Ali onde está constituída a sede do beatíssimo Pedro, e Cátedra da Verdade para iluminar os povos, ali colocaram o trono da abominação de sua impiedade, para que, ferido o pastor se dispersassem as ovelhas.”
Que cada um medite em consciência se não é isto que vivemos.

[1] - Termo cunhado por Leibniz para designar a doutrina que procura conciliar a bondade e onipotência divinas com a existência do mal no mundo.
Pro Roma Mariana | janeiro 3, 2014 às 10:40 pm | URL: http://wp.me/pWrdv-1a3
 
 

domingo, 29 de dezembro de 2013


Prezados amigos e leitores,

 

Salve Maria!

 

É com muita alegria que anunciamos aos senhores que no dia, 19 de outubro de 2013, após a Santa Missa, foi oficialmente inaugurada, pelo Revmo. Pe. Ernesto Cardozo, a Missão São José, em Pouso Alegre/MG. Aqui em Minas Gerais, já temos em Ipatinga, (Missão Cristo Rei), João Monlevade (Missão Sagrados Corações de Jesus e Maria) e Betim (Missão Sagrada Família)

 

O trabalho da Missão é preservar e guardar a Fé e a sã Doutrina Católica.

 

 

 

 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

CONTATO


Qualquer dúvida, reclamação ou sugestão entre em contato conosco pelo e-mail:


devotodesaojose@gmail.com

ou

dirceumbf@hotmail.com

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DE ANTICRISTO ELE NÃO SERÁ CHAMADO.



“De Anticristo ele não será chamado”.
De Anticristo ele não será chamado, caso contrário ele não conseguiria seguidores. Ele não se vestirá de vermelho e nem vomitará enxofre, também não terá como cetro um tridente ou balançará uma cauda pontiaguda como Mefistófeles em Fausto .
Esta mascaração só serviu para ajudar o demônio a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais ninguém o reconhece, mais poder ele exerce.
Deus definiu a Si mesmo como “Eu sou Aquele que Sou, enquanto o demônio, como antítese se define como “eu sou aquele que não sou”.
Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras encontramos justificativa para o mito popular do Diabo como um palhaço vestido de “vermelho”. Ao invés disto, ele é descrito como um anjo caído do céu, como “o príncipe deste mundo”, cuja tarefa é nos dizer que não existe outro mundo.
Sua lógica é simples: se não há céu, não há inferno, se o inferno não existe, então não há pecado, se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento então o mal é bom e bom é mau. Mas, acima de todas estas descrições, Nosso Senhor nos adverte que ele será tão parecido com o Cristo que seria capaz de enganar até mesmo os escolhidos – e certamente nenhum demônio já descrito em alegorias de livros seria capaz de enganar os escolhidos.
Como então ele se apresentará nessa nova era pra ganhar seguidores para a sua religião? A crença já nos tempos anteriores à Rússia comunista é que ele virá disfarçado como um grande líder humanitário: ele vai falar de paz, prosperidade e abundância não como um meio para levar-nos a Deus, mas como um fim em si mesmo…
… A terceira tentação , aquela em que Satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo, se tornará a tentação de ter uma nova religião sem a cruz, uma liturgia sem a menção de um mundo por vir, uma religião para destruir a verdadeira religião, ou uma política que se tornará uma religião – uma religião que renderá a César até mesmo as coisas que são de Deus.
No meio de todo o seu aparente amor pela humanidade e seu discurso simplista de liberdade e igualdade, ele guardará um grande segredo que não revelará a ninguém: ele não acredita em Deus.
Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra-Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Antiscristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino. Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de de Cristo.
… Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra-igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra de Moscou sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial.
Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West [Bobbs-Merril Company, Indianapolis, 1948], pp. 24-25 – Tradução: Gercione Lima
 
Fonte: http://fratresinunum.com/

domingo, 24 de novembro de 2013

Em breve perderemos a fé

Profecias Católicas e o Fim dos Tempos
À exceção de muito poucos, todos os fiéis em breve tempo perderão a fé.
24.11.2013 - Por SANTO ANTÔNIO MARIA DE CLARET (1857)
 

"À exceção de muito poucos, todos os fiéis em breve tempo perderão a fé e a caridade, verificando-se então a apostasia quase geral de que fala o Apóstolo em sua segunda carta aos de Tessalônica: 'Porque isto [o Dia do Senhor] não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição'" (2Ts 2-3) (La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p. 47)
"Já vão fundindo-se e consolidando-se o indiferentismo, o racionalismo e o sensualismo...a insubordinação, a rebelião, o comunismo, a injustiça, a tirania, a crueldade, a morte... muitas dessas peças que devem compor a infernal máquina do Anticristo, se encontram perfeitamente cultivadas" (La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p.24)
"Diz o sagrado texto que os apóstatas levarão em sua fronte e em suas mãos o nome ou a marca da besta, para denotar a publicidade e o descaramento com que professarão o anticristianismo. As mãos e a fronte são o que há de mais visível e público no homem, e ao mesmo tempo são os dois símbolos mais expressivos do modo de obrar, o primeiro, e do modo de pensar, o segundo." (La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p.72-73)
"Como a fé de todos aqueles miseráveis serão uma fé adormecida, ou melhor, morta, esquecidos totalmente de Cristo e das máximas de Seu Evangelho, todas as suas máximas, todos os seus pensamentos, todos os seus afetos e desejos serão carnais, mundanos, terrenos, segundo indica a procedência da segunda besta." (La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p.68-69)
"Aprovando esta prática a infernal conduta da primeira besta, aconselhará a todos, pública e privadamente, que se acomodem as circunstâncias do tempo pelo bem da paz, duma falsa e maldita paz. Jesus Cristo em tais casos não quer paz, senão guerra, e ele mesmo diz que nos trouxe a guerra, e que por bem dessa paz tomem em suas mãos e em sua fronte a marca da besta, isto é, que se declarem por ela. Assim, o farão muitos, apostatando covardemente, mas os fiéis bem instruídos em seus deveres contestarão com valor e ousadia" (La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p.69)
Fonte: http://advhaereses.blogspot.com/
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LEMBRANDO...
SÃO GREGÓRIO MAGNO FALA SOBRE SUBTRAÇÃO DE CARISMAS NOS TEMPOS DO ANTICRISTO
"Por uma terrível e misteriosa disposição de Deus", antes do aparecimento do Anticristo,"ficam subtraídos da Igreja, os milagres e os prodígios". E especifíca quais são estes:"Se esconde a profecia, desaparece a graça das curas, diminue a virtude de larga abstinência, calam as palavras de doutrina, são excluídos todos os prodígios milagrosos". Não é quea providência elimine completamente essas coisas,"mas não as deixará ver com frequência e claridade dos tempos do Anticristo". Isto, Deus os permite, para que nas dificuldades resplandeça mais a virtude dos bons, privada esta "de quase toda multidão e manifestação dos milagres". Estes não faltarão, mas em comparação como os que fará Satanás parecerão "pouco ou nada" (S. Gregório Magno, Moralia in Job, XXXIX, 7, PL 76)
Fonte:
Los carismas en la Iglesia, Domenico Grasso, ediciones Cristiandad
www.rainhamaria.com.br

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Padre Michael Rodriguez: Por que a Missa Tradicional?
21.11.2013 -
n/d
(1) A venerável e imemorial Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, é teocêntrica – centrada e direcionada a Deus Todo-Poderoso. Ela dá glória constante ao Deus Trino: um sacrifício de adoração, ação de graças, propiciação e impetração, direcionado a Deus, tanto teológica quanto ritualmente.
(2) A venerável Missa Romana (Missa Tradicional) é a “Missa de Sempre”; é a Missa que sempre foi oferecida pela Igreja una, santa e católica. Assim, ela é a verdadeira e autêntica Missa Católica. Ela é a Missa que foi transmitida pela tradição de Roma, a cidade consagrada pelo sangue de dois príncipes, os santos apóstolos São Pedro e São Paulo. Ela é a obra prima de dois mil anos da Tradição, vida e culto católicos.
(3) Através da Missa Tradicional podemos ser supremamente fiéis a nossa religião católica, isto é, fiéis (exatamente à mesma) lei da fé (lex credendi) e (exatamente à mesma) lei da oração (lex orandi) que foram professadas por todos os nossos ancestrais na Fé, remontando aos próprios Apóstolos.
(4) A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes, professa, manifesta e honra o inefável Mistério que acontece: Jesus Cristo, o único Sumo Sacerdote, oferece a Sua vida, através do ministério de Seus sacerdotes, de maneira incruenta. Nosso Redentor volta a morrer por nós de maneira mística.
(5) A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, professa, manifesta, reverencia e adora o inefável Mistério que acontece: o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, junto com a Sua alma e Divindade, se tornam realmente presentes através do Milagre da Transubstanciação no momento da Consagração.
(6) É Dogma da Fé Católica que o culto de Adoração (latria) deve ser dado a Cristo presente na Eucaristia. A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, realiza esse culto de maneira perfeita.
(7) A venerável Missa Romana realça o fato de que a Santa Missa é o próprio sacrifício de Cristo, santo, perfeito e completo em cada aspecto, através do qual cada fiel honra a Deus de maneira nobre, confessando ao mesmo tempo o seu próprio nada e o supremo domínio que Deus tem sobre ele.
(8) A venerável Missa Romana é imutável. Ela se caracteriza por uma santa permanência e estabilidade. Ela é extremamente importante, porque reflete a lex credendi (a Fé), que não muda. Deus é imutável, as santas verdades da Fé Católica são imutáveis, a Sagrada Escritura é imutável. . . A Santa Missa é imutável.
(9) A Missa Romana clássica é universal. Ela nos une não somente a todos os católicos do mundo (espaço), mas também a todos os nossos ancestrais católicos ao longo dos séculos (tempo), especialmente, às multidões de santos, cujas almas foram nutridas e fortalecidas pela mesma Liturgia celeste.
(10) O nosso Rito Antigo expressa a Fé Católica Romana de maneira clara e completa, com beleza sublime e nobre precisão, como, por exemplo, os mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação, a santidade e grandeza de Deus Todo-Poderoso, o mistério da graça e a realidade do pecado, a veneração da Santíssima Virgem Maria, os anjos e os santos, a Missa como o Sacrifício de Cristo oferecido ao Pai Eterno para a nossa salvação, o sacerdócio como uma perpetuação do próprio Sacerdócio de Cristo, a natureza hierárquica da Igreja, morte, juízo, céu e inferno.
(11) A venerável Missa Romana professa, manifesta e exalta os seguintes efeitos do Santo Sacrifício da Missa: a Santíssima Trindade é adorada, honrada e glorificada, Jesus Cristo renova [misticamente] a Sua Morte na Cruz, Jesus Cristo intercede pela Igreja, a Virgem Maria e os santos são honrados, a Igreja é auxiliada na batalha contra o demônio e em seu esforço para alcançar o céu, as santas almas são libertadas do purgatório.
(12) As orações da Missa Tradicional expressam, transmitem e exaltam a doutrina católica, como, por exemplo, o ensinamento católico sobre o inferno, o juízo divino, a ira de Deus, a punição pelo pecado, a maldade do pecado como o mal maior, o desapego do mundo, o purgatório, as almas dos falecidos, o reinado de Cristo na terra, a Igreja Militante, o triunfo da Fé Católica, os males da heresia, cisma e erro, a conversão de não católicos, os méritos dos santos e os milagres.
* Padre Michael Rodriguez é sacerdote da diocese de El Paso, Estados Unidos. Nosso blog já teve a honra de entrevistá-lo por duas vezes [aqui e aqui], além de publicar diversos artigos de sua autoria.
Fonte: fratresinunum.com

terça-feira, 5 de novembro de 2013

n/dBispo Agustín Cortés: Um mundo no qual Deus já não será negado, mas excluído
05.11.2013 -

Há 50 anos, eram raros os que se confessavam ateus e, em geral, não o manifestavam abertamente. Hoje, isso é mais comum, e são raros os que se confessam crentes com espontaneidade.
Os que viveram mais de 50 anos não se surpreendem tanto pelo fato da descrença ou do agnosticismo em si, mas se inquietam ao ver sua generalização e proximidade, ou seja, que sejam tantos e tão próximos da nossa vida os que afirmam não crer, não “precisar” de Deus ou não considerá-lo “relevante” no mundo.
É difícil hoje entender bem o que uma pessoa quer dizer quando afirma “eu não acredito em Deus“, ou “sou agnóstico”. Em geral, nem ela consegue explicar exatamente. Este é um fenômeno um tanto difuso, que obedece mais a um sentimento que se contagia do que a uma ideia bem fundamentada.
De qualquer maneira, as pesquisas e os fatos, como a relevância das crenças religiosas em determinados fenômenos sociais, demonstram que o fator religioso é atual. Mas o que significa esta atualidade do religioso?
No que diz respeito ao nosso mundo ocidental, “cristão” por tradição, há alguns que detectam um processo rumo à descrença real, ainda que às vezes motivada pela boa vontade.
Um representante da alta hierarquia da Igreja comentou, não sem certa ironia, em uma assembleia, que antigamente era mais comum ouvir a opinião de que se acreditava em Jesus, mas não na Igreja. Depois, dizia, ouvimos que Jesus Cristo, tal como aparece no Novo Testamento, não se sustentava, mas que era verossímil crer em Deus, como faz a maioria dos seres humanos.
Mais tarde, generalizou-se, inclusive na linguagem oficial e em ambientes culturais, a opinião de que não se pode falar de um único Deus, mas de todos os produzidos pelas diversas tradições religiosas, ou pelo menos de um só Deus, mas não definido e conhecido, e sim como um ser muito além de toda linguagem e conhecimento humanos, sobre quem todas as religiões chegariam a um consenso. Como consequência, o seguinte passo foi considerar melhor não falar de Deus, mas de “transcendência”. Mais ainda: melhor não falar de “transcendência”, mas de “espiritualidade”…
Seja como for, o fato é que hoje podemos falar de um mundo vazio de Deus. Há mais de 40 anos, uma cristã absolutamente comprometida no âmbito social, Madeleine Delbrêl, em seu livro “Nós, gente do povo”, lamentava este vazio:
“Um perigo maior se aproxima da Igreja, sem fazer barulho: o perigo de um tempo, de um mundo no qual Deus já não será negado, mas excluído, o qual será impensável (porque teremos mutilado o modo de conhecimento de Deus); desejaremos gritar seu nome, mas não poderemos lançar este grito, porque já não teremos um lugar onde colocar os pés. Esta atitude, seja agressiva, indiferente ou intolerante com relação a Deus, tem em todos os lugares um caráter comum: a rejeição de um Deus criador que situa o mundo em sua condição de criatura. O mundo parece esvaziar-se por dentro, em primeiro lugar de Deus, depois, do Filho de Deus, e depois, do que Ele comunica de divino à sua Igreja. Em geral, o que afunda por último é a superfície, e é por isso que tudo nos parece uma ilusão.”
Isso parecia uma profecia, mas hoje o que parecia ser ilusão se tornou realidade. Porém, este mundo continua tendo traços de Deus e não deixamos de amá-lo. A fé que salva continua sendo possível.
Por  Agustín Cortés - Bispo espanhol.

Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio